Fundoscopia

A fundoscopia, também chamada de exame de fundo de olho, é um procedimento clínico que permite ao oftalmologista observar diretamente as estruturas internas do olho, como retina, mácula, vasos sanguíneos e nervo óptico. Utilizando um instrumento chamado oftalmoscópio, o médico projeta luz dentro do olho e avalia em detalhes essas regiões, fundamentais para a visão.

Esse exame é essencial para o diagnóstico precoce de diversas doenças oculares e sistêmicas. Entre elas estão o glaucoma, a retinopatia diabética, a degeneração macular relacionada à idade e alterações vasculares decorrentes da hipertensão arterial. A fundoscopia também pode revelar sinais de doenças neurológicas ou sistêmicas, já que o nervo óptico e os vasos da retina refletem condições de saúde geral.

O procedimento é rápido e indolor. Em muitos casos, é necessário dilatar a pupila com colírios para ampliar o campo de visão e permitir uma análise mais completa. Após a dilatação, o paciente pode apresentar visão borrada por algumas horas, mas sem riscos para a saúde ocular.

Além de ser um exame diagnóstico, a fundoscopia é uma ferramenta de acompanhamento. Ela possibilita comparar o estado da retina ao longo do tempo, monitorando a evolução de doenças e a resposta a tratamentos. Por isso, é indicada tanto em consultas de rotina quanto em situações específicas, como em pacientes diabéticos, hipertensos ou com histórico familiar de doenças oculares.

Perguntas frequentes

Para ajudar você a esclarecer suas dúvidas, reunimos algumas das perguntas mais frequentes que recebemos. Se você não encontrar a resposta que procura, não hesite em entrar em contato conosco.

Responsável técnico:
Médico oftalmologista
Dr. André Chimello
CRM 199.327 | RQE 100.801

O que é a fundoscopia?

É o exame clínico que permite observar diretamente o fundo do olho, incluindo retina, mácula e nervo óptico.

O médico utiliza um oftalmoscópio, que projeta luz dentro do olho, permitindo visualizar as estruturas internas.

Ele auxilia no diagnóstico precoce de doenças oculares e sistêmicas, como glaucoma, diabetes e hipertensão.

Glaucoma, retinopatia diabética, degeneração macular, alterações vasculares e doenças neurológicas que afetam o nervo óptico.

Pacientes diabéticos, hipertensos, pessoas com histórico familiar de doenças oculares e indivíduos com sintomas visuais súbitos.

O exame dura poucos minutos, mas a dilatação da pupila pode levar cerca de 20 a 30 minutos. É indolor e não invasivo.

Itatiba

Sorocaba